Desde de 2018, as principais livrarias tem diminuído suas atividades pelo país, com fechamento de lojas e grandes percalços econômicos. Em 2018, a Livraria Cultura anunciou um plano de recuperação judicial, na intenção de renegociar dívidas com fornecedores e bancos, que somaram mais de R$285 milhões. Esta descensão, pode se atribuir, em parte, à mudança de comportamento e adaptações aos info-produtos, que podem ser acessados de qualquer dispositivo. As facilidades que a tecnologia proporciona, sem dúvida, contribuíram para muitos leitores optassem por plataformas digitais, por possuirem custos reduzidos. Porém muitos leitores continuam fiéis às livrarias. Isso tudo afeta diretamente as editoras, o que gera uma crise no ramo editorial.

Contudo, este cenário parece não afetar muito as editoras do segmento religioso.  Um exemplo, é a Editora Central Gospel, criada há cerca de 20 anos pelo Pastor Silas Malafaia e sua esposa Elizete Malafaia. Em 2019, apesar de ter pedido recuperação judicial, vem retomando de forma exponencial. 

Outras editoras religiosas, parecem sequer ter entrado nesta crise, já que a maioria possui distribuição em seus respectivos portais, e existe uma ascensão de vendas ano a ano.

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